casa mirante do horto

são paulo_brasil
2009

O projeto da residência partiu de uma básica premissa: máximo aproveitamento do terreno para um enorme programa de usos. Assim, a estratégia foi localizar programas específicos e circulações verticais de maneira que os demais recintos gozassem de extrema flexibilidade e amplitude visual.

O projeto ganhou menção honrosa na Premiação IAB-SP 2010 na categoria habitação.
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Um bruto container estereotómico pousa sobre duas barras tectônicas de maneira a destacar-se em acesso e usos de seu entorno imediato. O volume prismático contém o programa da residência em dois pavimentos e mais um teto jardim. A transição proporcionada pelas duas vigas metálicas permite que o pavimento da garagem se espalhe até os limites mais perimetrais do terreno. Ocupação máxima sem prejudicar a ventilação e iluminação garantida exatamente por esse intervalo.
Experimentação com luz e sombra - “Quando punha as formas em ordem rigorosa, quando as regulava pelo ângulo reto, quando criava as proporções e criava ritmo no espaço, quando perturbava a ordem com uma obliqua, uma curva, uma forma imprevista, uma cor, Le Corbusier jogava com as nuances de luz nas nuances de sombra. A luz era fulgurante, ou suavisada, acariciante, ou então desaparecia. E, a cada manhã, sua arquitetura renascia nas sombras alongadas, na luz quente. Brilhava ao meio dia, no contraste das sombras. Morria um pouco a cada entardecer, com a invasão da noite, para poder renascer na manhã seguinte, em meio a luz.” Andre Wogenscky
 
 
Fachada frontal - dia
 
Fachada frontal - noite
 
Fachada posterior - dia